OSHO

 

 

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Quem é Osho?

 


Desde sua infância, na Índia, Osho deixava claro que não seguiria as convenções do mundo à sua volta. Passou os primeiros sete anos de sua vida com seus avós maternos, que lhe permitiram liberdade de ser ele mesmo, o que raramente acontece com as crianças. Ele era uma criança solitária, preferindo passar longas horas sentado em silêncio ao lado de um lago, ou explorar as redondezas sozinho. A morte de seu avô materno, diz ele, teve um efeito profundo em sua vida interior, provocando-lhe uma determinação de descobrir o imortal da vida. Ao se juntar à crescente família de seus pais e entrar na escola, estava firmemente fundamentado na clareza e no senso de si mesmo, que lhe deram a coragem de desafiar todas as tentativas dos mais velhos de moldarem a sua vida.
Ele nunca fugia de controvérsias. Para Osho, a verdade não pode fazer concessões, pois assim deixa de ser verdade. E a verdade não é uma crença, mas uma experiência. Ele nunca pede às pessoas para acreditarem no que ele diz, mas, ao contrário, pede que experimentem e percebam por si mesmas se o que ele está dizendo é verdadeiro ou não. Ao mesmo tempo, ele é implacável ao encontrar meios e maneiras de revelar o que as crenças de fato são - meros consolos para amenizar nossas ansiedades frente ao desconhecido, e barreiras para o encontro de uma realidade misteriosa e inexplorada.


Após sua iluminação, aos vinte e um anos de idade, Osho completou seus estudos acadêmicos e passou vários anos ensinando filosofia na Universidade de Jabalpur. Enquanto isso, viajava pela Índia proferindo palestras, desafiando líderes religiosos ortodoxos, em debates públicos e encontrando pessoas de todas as posições sociais. Ele leu extensivamente tudo o que pôde encontrar para expandir sua compreensão dos sistemas de crença e da psicologia do homem contemporâneo.
No final da década de 60, Osho começou a desenvolver suas técnicas de meditação ativa. O ser humano moderno, ele disse, está tão sobrecarregado com as tradições antiquadas do passado e com as ansiedades da vida moderna, que precisa passar por um profundo processo de limpeza antes de poder descobrir o estado de meditação relaxado e sem pensamento.
Começou a conduzir campos de meditação por toda a Índia, proferindo discursos aos participantes e orientando pessoalmente meditações por ele desenvolvidas.
No início dos anos 70 os primeiros ocidentais começaram a ouvir falar de Osho, e juntaram-se ao crescente número de indianos que foram iniciados por ele no neo-sannyas. Em 1974, uma comuna estabeleceu-se à volta de Osho, em Puna, Índia, e logo os poucos visitantes do Ocidente tornaram-se bastante numerosos. Muitos eram terapeutas que se deparavam com as limitações das terapias ocidentais e que procuravam uma abordagem que pudesse alcançar e transformar as profundezas da psique humana. Osho os encorajou a contribuírem com suas habilidades à comuna e trabalhou intimamente com eles para desenvolverem suas terapias no contexto da meditação.
O problema com as terapias desenvolvidas no Ocidente, ele disse, é que elas estão limitadas a tentar tratar a mente, enquanto que o Oriente há muito compreendeu que a própria mente, ou melhor, nossa identificação com ela, é o problema. As terapias podem ser úteis - como os estágios catárticos das meditações que desenvolveu - para aliviar as pessoas de suas emoções e medos reprimidos, e para auxiliá-las a se perceberem mais claramente. Porém, a não ser que comecemos a nos desapegar dos mecanismos da mente e suas projeções, desejos e medos, iremos sair de um buraco somente para cair num outro. A terapia, portanto, deve andar de mãos dadas com o processo de desidentificação e testemunho, conhecido como meditação.
No final dos anos 70, a comuna em Puna abrigava o maior centro de terapia e crescimento do mundo, e milhares de pessoas vinham participar dos grupos de terapia e meditação, sentar com Osho em seus discursos diários e contribuir com a vida da comuna. Alguns retornavam a seus países e estabeleciam centros de meditação.
De 1981 a 1985, o experimento de comuna ocorreu nos Estados Unidos, numa região de mais de duzentos quilômetros quadrados, no alto deserto do Oregon. A ênfase primordial da vida da comuna era construir a cidade de Rajeeshpuram, um "oásis no deserto". E num período de tempo milagrosamente curto, a comuna construiu casas para cinco mil pessoas e começou a reverter décadas de estragos - devido ao excessivo uso da terra - restaurando riachos, construindo lagos e reservatórios, desenvolvendo uma agricultura auto-suficiente e plantando milhares de árvores.
Em Rajneeshpuram, meditações e programas de terapia aconteciam na Rajneesh International Meditation University. As facilidades modernas construídas para a Universidade e seu meio ambiente acolhedor possibilitaram profundidade e expansão de seus programas, o que antes não era possível. Cursos e treinamentos de longa duração foram desenvolvidos, e atraíram um grande número de participantes, incluindo muitos que já eram profissionais, mas que desejavam expandir suas habilidades e o entendimento de si mesmos.
No final de 1985, contudo, a oposição do governo local e federal a Osho e à comuna tornou impossível a continuação do experimento. A comuna foi dispersa e Osho encaminhou-se para um tour pelo mundo, concedendo entrevistas à imprensa e proferindo discursos para discípulos no Himalaia, na Grécia e no Uruguai, antes de retornar à Índia, em meados de 1986.
Em janeiro de 1987, Osho restabeleceu-se em Puna, proferindo discursos duas vezes ao dia. No prazo de alguns meses a comuna de Puna começou um programa completo de atividades e se expandiu muito mais do que anteriormente. Foi mantido o padrão de conforto moderno estabelecido nos Estados Unidos, e Osho deixou claro que a nova comuna de Puna deveria ser um oásis do século XXI, mesmo na Índia subdesenvolvida. Mais e mais pessoas vinham do Oriente, particularmente do Japão, e suas presenças trouxeram um enriquecimento correspondente nos programas de cura e de artes marciais. Artes visuais e de performance também floresceram, juntamente com a nova Escola de Mistério. A diversidade e a expansão refletiram-se na escolha, por Osho, do nome Multiversidade, que abrigava todos os programas.
E a ênfase na meditação fortaleceu-se ainda mais - esse era um tema constantemente abordado nos discursos de Osho, e ele desenvolveu e introduziu muitos novos grupos de meditação, incluindo a No-Mind, a Rosa Mística e o Born Again.
Cerca de nove meses antes de deixar seu corpo, Osho ditou a inscrição para o seu samadhi, a cripta de mármore e espelho que contém suas cinzas.

Osho - nunca nasceu, nunca morreu.
Apenas visitou este planeta Terra entre
11 de Dezembro de 1931 e 19 de Janeiro de 1990.

A comuna que cresceu em sua volta ainda floresce em Puna, Índia, conhecida hoje como Osho International Meditation Resort, onde milhares de buscadores se reúnem durante todo o ano para participar de seu programa de meditações e grupos de crescimento.
..


"Estou aqui para seduzi-lo a um amor pela vida; para ajudá-lo a tornar-se um pouco mais poético; para ajudá-lo a morrer para o mundano e para o ordinário, de modo que o extraordinário exploda em sua vida."
Osho
"Eu não sou um lógico, sou um existencialista. Acredito nesse belo caos da existência
e estou pronto para ir aonde quer que ela vá. Não tenho uma meta, porque a existência não possui uma meta. Ela simplesmente é, florescendo, brotando, dançando - mas não pergunte porque. Apenas um transbordamento de energia, sem motivo algum. Estou com a existência."
Osho
"Eu não sou um messias e não sou um missionário. E não estou aqui para estabelecer uma igreja ou para dar uma doutrina para o mundo, uma nova religião, não. Meu esforço é totalmente diferente: uma nova consciência, não uma nova religião, uma nova consciência, não uma nova doutrina. Chega de doutrinas e chega de religiões! O homem necessita de uma nova consciência. E a única maneira de trazer uma nova consciência é continuar martelando por todos os lados para que lenta, lentamente nacos de sua mente se desprendam. A estátua de um Buda está oculta em você. Nesse momento você é uma rocha. Se eu continuar martelando, cortando fora pedaços de você, lenta, lentamente o buda surgirá"
Osho


“ Osho é um mestre iluminado que está trabalhando com todas as possibilidades para ajudar a humanidade superar uma fase difícil no desenvolvimento da consciência”.
Dalai Lama
"Esse livro faz parte da estante de toda biblioteca e do lar de todos aqueles que buscam conhecimento do ser mais elevado”.
Dr Deepak Chopra
“Osho é o homem mais perigoso desde Jesus Cristo… Ele é obviamente um homem muito efetivo, senão ele não seria uma tal ameaça. Ele está dizendo as coisas que ninguém mais tem coragem de dizer. Um homem que tem todos os tipos de idéias, elas não são só inflamatórias, elas também possuem uma ressonância da verdade que assusta os monstros do controle”.
. Tom Robbins

 


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Osho, em "The Book of Wisdom"

 


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Osho, em "Your Answers Questioned: Explorations for Open Minds"


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Você pode praticar esse exercício diversas vezes durante o dia, mas cada vez não deve exceder sete repetições. É importante estar com o estômago vazio para conseguir realmente esvaziar os pulmões e mantê-los vazios por mais tempo.

Este é um dos melhores truques para abrir o coração.

 

Osho, em "Uma Farmácia Para a Alma"

 

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Quando a pessoa entrar, deseje-lhe paz profundamente. Sinta: "Que a paz esteja com você."

 

Não apenas diga, mas sinta. De repente, você verá uma mudança nessa pessoa como se algo desconhecido a tivesse penetrado; ela ficará totalmente diferente. Experimente!


Osho, em "O Livro Orange"

 


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Quando falo de amor, estou falando desse amor: um amor que não é um relacionamento mas um estado de ser.

Lembre-se: sempre que eu uso a palavra "amor", eu a uso como um estado de ser, não como um relacionamento. Relacionamento é apenas um aspecto muito pequeno do amor.


Osho, em "Intimidade: Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros


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É belo o mito de que existe um deus do amor; essa é uma grande compreensão. Assim, duas pessoas que se amam podem se render ao deus e permanecer independentes.
E quando você é independente, há beleza; senão, você se torna apenas uma sombra, ou seu parceiro se torna uma sombra.

Caso ele se torne uma sombra, naquele exato momento você começa a perder o interesse - quem ama uma sombra? Caso você se torne uma sombra, seu parceiro começa a perder interesse por você. Desejamos amar seres humanos reais, e não sombras. Não há necessidade de se tornar a sombra de alguém. Você permanece você mesmo e seu parceiro permanece ele mesmo ou ela mesma.

Na verdade, ao se entregar ao deus do amor, você se torna autêntico. E você nunca é tão autêntico como quando se torna autêntico pela primeira vez. Dois seres autênticos podem amar, e podem amar profundamente, e então não haverá necessidade de se conterem.

Deixe-me sublinhar esta idéia: quando você está entregue ao deus do amor, não é tão importante se seu parceiro permanecerá com você ou o deixará.

Uma coisa é importante: que o amor permaneça. Sua entrega é para o amor, e não para o seu parceiro. Assim, o único ponto é não trair o amor. As pessoas amadas podem mudar, o amor deve permanecer. Uma vez entendido isso, não haverá medo.


Osho, em "Osho Todos os Dias - 365 Meditações Diárias"


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Se há ciúme, não há amor

O ciúme é uma parte secundária do sexo. Sempre que você tem um desejo sexual em sua mente, uma manifestação sexual em seu ser, ou se sente sexualmente atraído por alguém, o ciúme entra em cena porque você não está amando. Se você ama, o ciúme não aparece.

Tente entender a coisa toda. Sempre que você está ligado sexualmente, fica com medo, pois, na verdade, o sexo não é um relacionamento, e, sim, uma exploração, uma utilização.

Se você está apegado a uma mulher ou a um homem sexualmente, fica sempre com medo de que essa pessoa possa ir embora com outra. Não há um relacionamento real. É apenas uma exploração mútua. Vocês estão explorando um ao outro, mas não amam, e vocês sabem disso, por isso têm medo.

Esse medo torna-se ciúme, e você começa a não permitir certas coisas. Começa a vigiar. Toma todas as medidas de segurança para que o homem não possa olhar para outra mulher. Só o olhar já é um sinal de perigo. O homem não deve falar com outra mulher, pois falar... E você sente medo de que ele possa ir embora.

Então, você fecha todos os caminhos, todas as possibilidades de o homem ir com outra mulher, ou de a mulher ir com outro homem. Você fecha todos os caminhos, todas as portas. Mas aí surge um problema. Quando todas as portas são fechadas, o homem torna-se morto, a mulher torna-se morta, ambos tornam- se prisioneiros, escravos, e não se pode amar algo morto. Você não pode amar alguém que não é livre, pois o amor só é belo quando é dado livremente, voluntariamente, quando não é tomado, pedido, forçado.


Osho, em "Roots and Wings


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Apego à segurança

Nenhum relacionamento pode ser seguro. Não é da natureza dos relacionamentos serem seguros; e, se algum relacionamento for seguro, ele perderá toda a atração.

Portanto, esse é um problema para a mente. Se você quer desfrutar um relacionamento, ele tem de ser inseguro.

Se você o torna completamente seguro, absolutamente seguro, então você não pode desfrutá-lo – ele perde todo o encanto, toda a atração.

A mente não pode se satisfazer nem com isso nem com aquilo, portanto está sempre em conflito e confusa. Ela quer um relacionamento que seja vivo e seguro, mas isso é impossível porque uma pessoa viva, ou um relacionamento vivo, ou qualquer coisa que seja viva, tem de ser imprevisível.

O que vai acontecer no momento seguinte não pode ser previsto. E por ser imprevisível esse momento se torna intenso.


Osho, em "Intimidade – Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros

 

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Amor e possessividade

O amor nunca deveria ser possessivo. Não deveria ser exclusivo, e sim inclusivo.

Quando o amor é inclusivo, você é capaz de reconhecê-lo como tal. Quando um amor é exclusivo, dedicado exclusivamente a uma pessoa, você o restringe tanto que acabará matando-o.

Você estará destruindo sua infinitude.


Osho, em "Osho de A a Z - Um Dicionário
Espiritual do Aqui e Agora"

 


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